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Quem Somos

Somos uma clínica de fisioterapia especializada na reabilitação das disfunções pélvicas femininas, masculinas e infantis.

Tratamos incontinências urinária e anal, constipação, anismo, retenção urinária, disfunções sexuais como vaginismo, dispareunia, vulvodinea.

Realizamos fisioterapia obstetrícia para preparação para parto normal e também reabilitação no pós parto.
Atendemos através de plano de saúde e particular.

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terça-feira, 31 de março de 2015

QUAL O VALOR IDEAL DO PROLABORE?



Antes de responder a essa pergunta vamos esclarecer o que é PRO LABORE, é o salário do dono da empresa. Pode ser um valor fixo ou variável, quando é definido que a remuneração do dono será um percentual do faturamento.

É muito importante que esse valor seja previamente definido para evitar que a retirada seja maior do que a empresa tenha capacidade de aguentar e evitar também que o dono tire pouco ou nada por mês.

Vale salientar que esse pro labore não é apenas o dinheiro retirado do caixa, mas tudo que a empresa paga para o dono (combustível, cartão de crédito, aluguel, faculdade etc), tudo que ele tira de mercadorias para ele (bolsas, roupas, etc depende do ramo da empresa), o que ele consome extra da empresa (cerveja, balas, e tudo aquilo que pode ser consumido da empresa), enfim tudo que sai do caixa da empresa. 

Então, qual o valor certo para o PRO LABORE? Responder essa pergunta não é simples pois nem sempre a resposta é a que se quer ouvir.

Quando perguntamos a muitos empresários quanto é seu pro-labore não sabem dizer ou dizem que só trabalham e não veem a cor do dinheiro, normalmente esses empresários misturam suas contas com as da empresa, fazendo do caixa da empresa a extensão do seu bolso.

Um bom parâmetro é: "Se você fosse um empregado com suas atribuições quanto seria o seu salário?"
Infelizmente não é porque você é o dono da empresa que pode tirar quanto quiser do caixa, tem que ter limite para a empresa não quebrar, afinal você não pode matar a galinha dos ovos de ouro.



UM DOS PRINCIPAIS MOTIVOS DE MORTALIDADE DAS EMPRESAS É A "MISTURA" DE DINHEIRO DA EMPRESA COM DINHEIRO DO EMPRESÁRIO - POR ISSO É MUITO IMPORTANTE QUE SE DETERMINE O PRO LABORE E RESPEITE ESSE LIMITE.

terça-feira, 24 de março de 2015

QUANDO O EMPRESÁRIO DEVE TOMAR EMPRÉSTIMO?




Solicitar empréstimo muitas vezes parece a única solução para salvar a empresa da falência, mas não se engane pois pode ser a pá de terra que faltava para sepultar de vez sua carreira de empresário. Tomar empréstimo para resolver problemas de má gestão é suicídio.


Para saber com precisão se necessita ou não de financiamento para seu negócio, o empresário deve questionar:

Por que existe a necessidade do financiamento?

Por isso seguem algumas orientações pra para você empresário tomar empréstimo com segurança e bem consciente.
Antes de qualquer coisa, o empresário deve compreender os motivos que o levaram a buscar financiamento.
Para isso é aconselhável ao empresário desenvolver um Plano de Negócio, de modo a orientá-lo gerencialmente na decisão de investimento.
Mensurar quais os valores dos investimentos fixos e de capital de giro, quais os resultados decorrentes, qual a origem e a aplicação dos recursos.
Importante: um Plano de Negócio, por melhor que seja, não garante a liberação de recursos pelo agente financeiro.

De quanto precisa?

O empresário deve definir corretamente qual o montante de recursos que sua empresa efetivamente necessita.
Para saber o montante dos recursos necessários, é fundamental que descreva as máquinas, os equipamentos, veículos, móveis e utensílios nos quais vai investir e quais os seus respectivos preços.
Caso o empresário não encontre uma boa razão para usar um empréstimo, deve fugir dele!

Como pagar o empréstimo?

O empresário deve estudar bem o seu fluxo de caixa e verificar se existem recursos suficientes para amortizar a dívida a ser contraída.
E se o financiamento visa à ampliação de seu negócio e incrementa a sua lucratividade, de forma a cobrir a amortização das parcelas do empréstimo.

O autofinanciamento é possível?

O autofinanciamento é uma das formas de alavancar recursos para a atividade empresarial. Algumas possibilidades:
  • Negociar prazos mais dilatados com fornecedores;
  • Negociar prazos mais curtos com clientes;
  • Reinvestir o lucro do negócio ao invés de retirá-lo;
  • Que tipo de financiamento é o mais adequado?
Verificar as possibilidades de crédito é fator decisivo para um financiamento planejado, que não impacte negativamente na rotina financeira da empresa.
Pesquisar as alternativas de financiamento existentes e quais se encaixam nas necessidades do negócio é fundamental.
Para começar, o empresário deve procurar seu banco de relacionamento e conhecer as possibilidades de financiamento ou pesquisar no mercado financeiro as ofertas que melhor irão atendê-lo a curto, médio e longo prazo.

FONTE: SEBRAE

terça-feira, 17 de março de 2015

QUAL O VOLUME DE DESPESA FIXA IDEAL





Um dos mais recorrentes questionamentos que recebo ao iniciar meus processos de consultoria é: afinal qual é o custo fixo ideal para a minha empresa?
Bem, para responder a esta questão, temos que associar alguns outros fatores antes de falarmos de qualquer índice, eis o detalhamento:
1. Depende do tipo e porte de empresa
Cada tipo e porte de empresa pratica índices diferenciados, pois, está diretamente associado a fatores como: quanto mais técnico for a atividade maiores serão os custos com salários, estrutura para desenvolvimento (equipamentos, softwares, materiais de apoio…), tipo de atividade (quanto mais especializada for a atividade), porte da empresa (associado ao volume de faturamento).
2. Depende do segmento de negócios
O segmento de negócios determina uma grande ou menor concorrência, consequentemente, os preços são bastante determinantes (seguramente não é o único ou o principal fator) para o sucesso de vendas.
3. Depende dos concorrentes diretos
É necessário conhecer os concorrentes diretos, aqueles que “disputam” a conquista do mercado, saber como eles atuam – se são agressivos nas vendas através da dinâmica dos preços, se frequentemente realizam promoções, se os preços representam o seu grande argumento de vendas.
4. Depende do seu volume de faturamento
O montante ideal de custo fixo está associado diretamente ao faturamento da empresa, porém, existem padrões mínimos requeridos, especialmente para as empresas de baixo volume de faturamento, onde a tendência dos custos fixos percentuais é tornarem-se elevadíssimos mesmo em se tratando de uma estrutura mínima de custos.
Neste caso entra em cena outro grande fator chamado PONTO DE EQUILÍBRIO onde tem-se um volume mínimo de faturamento necessário para cobrir todos os custos.
5. Depende do padrão de empresa que você deseja ter
Refiro-me ao estilo de empresa que você tenha estruturado. Tomemos como exemplo os hotéis, existem classificações de hotéis através de estrelas… então, quando comparamos um hotel de 3 ao de 5 estrelas, nitidamente as diferenças são visuais começando pela apresentação visual, pelas comodidades ofertadas, pelo número de funcionários disponíveis…
Neste caso, é lógico que o preço cobrado é em função do tipo de serviço ofertado, então, o “produto” de um hotel 3 estrelas é absolutamente distinto em relação ao de 5 estrelas. É necessário saber avaliar e ajustar o seu padrão ofertado para saber qual estrutura de custos fixos a adotar.

Diante de todos esses argumentos, ainda permanece a grande dúvida, mas, afinal, qual é o índice de custo fixo adequado para a minha empresa?
Podemos traçar alguns parâmetros de mercado, para isso, devemos levar em consideração índices que possibilitem a competitividade de preços.
INDÚSTRIA de pequeno porte ………………….: 15 a 20%
INDÚSTRIA de médio e grande porte …………:    até 15%
COMÉRCIO de pequeno porte …………………….: 10 a 20%
COMÉRCIO de médio e grande porte ……………:    até 10%
SERVIÇOS de pequeno porte ……………………….: 15 a 25%
SERVIÇOS de médio e grande porte ………………:    até 15%

Lembrando sempre que:
1. Quanto maior o porte da empresa, conforme o volume de faturamento, menor deverá ser esse índice
2. são índices meramente indicativos, tome-os APENAS como referencial, especialmente porque eles devem estar associados as dependências mencionadas.

E agora a próxima questão: E COMO CALCULÁ-LO?
O cálculo é realizado pela relação direta do montante dos custos fixos em relação ao faturamento – neste caso, SEMPRE calculado pela média mensal praticada, e, para determinação desta média mensal é ideal que se obtenha o cálculo da média dos últimos 12 meses.
Veja o exemplo (clique na tabela para ampliá-lo)
Tabela para custo fixo
OBS: Um detalhe muito importante é saber que o custo fixo deve ser estabelecido pela sua média, porque muitas contas que o compõe tem valores variáveis ao longo dos períodos, porém, são classificados como CUSTOS FIXOS porque não estão associados ao volume de produção e vendas. Exemplos típicos são: água e esgoto, telefone, energia elétrica (não se refere ao consumo da produção), etc…

Ao realizar seus cálculos, bem provável permaneça a grande dúvida: afinal, o custo fixo percentual da minha empresa é …%, será que está adequado?

fonte: SEBRAE PR

terça-feira, 10 de março de 2015

EMPREGO OU EMPREENDER, O QUE É MELHOR?



O sonho do sucesso financeiro vem ficando cada vez mais separado do sonho de trabalhar em uma grande multinacional. 

O jovem de hoje, que possui uma mente muito mais veloz e abarrotada de informações querem ser o dono do próprio negócio, o problema é que as universidades e faculdades ainda dão pouca atenção a este fato deixando os recém formados num verdadeiro "mato sem cachorro", não sabendo nem por onde começar a empreender.

Até a geração passada, muitos associavam o sucesso profissional como entrar em grandes empresas multinacionais e construir uma carreira dentro dela. Fazer parte de grandes nomes como P&G, Unilever, Ambev, Itaú, Bradesco, Santander, Petrobras, Odebrecht e outros gigantes representava não somente bons salários e estabilidade, mas também o seu status social.
Essa tradição ainda é representativa, porém, vem sofrendo uma grande mudança. O perfil de trabalho dos jovens profissionais tem migrado para empreendedorismo devido às grandes contribuições da revolução digital, intenso uso de smartphones, aplicativos, gadgets que abriram portas a um novo mercado digital com grandes oportunidades a serem exploradas. Estes jovens sonham cada vez mais em abrir seu próprio negócio por meio da concretização de Startups, enfrentando grandes e inúmeros desafios. Mundo dos negócios, chamado de “startup”.

terça-feira, 3 de março de 2015

COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIO DE MANEIRA FÁCIL.

Muitos ficam em dúvida na hora de elaborar um Plano de Negócio, acham que é complicado ou que só um especialista faz e pior, pensam que não é necessário...
Bem, para vocês segue um modelo de plano de negócio com soft desenvolvido pelo SEBRAE para você mesmo fazer seu Plano de negócio e analisar a viabilidade do seu empreendimento. Não deixe seu sonho transformar-se em pesadelo.




SOFTWARE - Como Elaborar um Plano de Negócio

BAIXAR CARTILHA COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIO

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

TENDÊNCIAS DE NEGÓCIOS PARA 2015


Qual o melhor negócio para montar? não há como prever, mas através de pesquisa dá para saber qual a tendência do mercado. Aproveite e veja se alguma delas está de acordo com seu perfilEstudo aponta negócios promissores para 2015
Entre os destaques estão serviços de reparação, beleza e preparo de alimentos.
Em 2015, a formalização de pequenos negócios no Brasil vai continuar aquecida e deve seguir a mesma tendência de 2014. De acordo com levantamento feito pelo Sebrae, apenas nos dez primeiros meses de 2014 foram criados mais de 1 milhão de empreendimentos formais no país. Esse número está próximo à quantidade de empresas criadas no mesmo período de 2013.  O estudo detectou ainda que em alguns segmentos da economia voltados para o mercado interno haverá atividades com boas perspectivas para 2015.
Entre elas estão empresas ligadas à alimentação, construção, estética e reparação de bens duráveis como automóveis que tiveram seu consumo estimulado durante o período de mais forte aquecimento da economia. Além disso, figuram entre as atividades com maior potencial para o próximo ano aquelas típicas de pequenos negócios e que independem da conjuntura econômica. Para chegar a esse resultado, o Sebrae identificou os segmentos com maior potencial de expansão nos últimos anos e os que mais tendem a se beneficiar com as tendências da nossa sociedade.
De acordo com o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, os negócios promissores para 2015 têm uma forte característica de atender às necessidades básicas da população, que têm adquirido novos hábitos nos últimos anos. “O mercado interno cresceu muito na última década com a ascensão econômica de milhões de famílias das classes C e D. Isso gerou novas demandas e beneficiou diretamente os pequenos negócios, que oferecem serviços e produtos que foram incorporados ao dia a dia da população”, afirma.
Barretto alerta que para ter sucesso nos empreendimentos no próximo ano não basta apenas investir nas atividades com melhores perspectivas. “Não podemos afirmar que apenas quem investir nessas atividades colherá bons frutos em 2015. Há chances de sucessos para muitas outras atividades. O importante é se preparar adequadamente para a entrada no mundo dos negócios”.

Antes de abrir uma empresa, o empreendedor precisa elaborar um plano de negócios e se capacitar.
Confira abaixo a lista das atividades mais promissoras para 2015:

  1. Preparo de alimentos para consumo domiciliar e comércio de alimentos
  2. Construção, instalações elétricas, sanitárias, hidráulicas e de gás
  3. Confecção e comércio de roupas
  4. Cabeleireiros, atividades de estética e beleza, comércio de cosméticos
  5. Bijuterias e artefatos semelhantes
  6. Reparação de veículos automotores e motocicletas
  7. Reparação de computadores e equipamentos de informática
  8. Reparação e recarga de cartuchos para equipamentos de informática
  9. Reciclagem

sábado, 21 de fevereiro de 2015

WORKSHOP - ENTRANDO NO MERCADO DE TRABALHO







PALESTRANTES:  Consultores credenciados pelo SEBRAE PE, Professores Universitários e com grande experiência de mercado.

RH: Como Conquistar uma Carreira de Sucesso





EMPREENDEDORISMO: Gerando o Próprio Emprego

Stevenis Moura





MARKETING: Descobrindo, Conquistando e Mantendo Clientes


Fernando Monteiro



FINANÇAS PESSOAIS: Conquistando a Independência e o Sucesso Financeiro





Aldineide Rios

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

ESTOU FORMADO E AGORA, ONDE TRABALHAR?



Estou formado e agora?
Esta é a pergunta que muitos jovens fazem logo após acabar a ressaca do baile de formatura. 

Está formado não significa que o trabalho de seus sonhos vai bater a sua porta.
Entrar na universidade deixou de ser tarefa das mais difíceis devido ao número de faculdades existentes, de cotas por cor, raça e classe social, além dos inúmeros meios de financiar ou conquistar bolsas. O problema passou a ser o que fazer quando colar grau....
As vagas nas grandes empresas, que eram o sonho dos jovens há alguns anos, passou a ser disputada como numa verdadeira gerra de talentos, onde as exigências estão cada vez mais elevadas devido a quantidade de oferta de mão de obra qualificada, por isso as empresas exigem cada vez mais como forma de peneirar.
Portanto senhores jovens repensem, passem a atuar de acordo com as exigência do mercado que quer cada vez mais independência e competências emocionais.
QUER MONTAR UM NEGÓCIO? prepare-se para tal
Planeje, realize um Plano de negócio, saiba quanto vai precisar de dinheiro para seu empreendimento, não dá para começar sem nenhum dinheiro, assim não gaste tudo quanto ganha de bolsa de estágio (mesmo sendo pequena), trabalhe e junte algum recurso, mesmo que para isso seu sonho de empreender demore um pouco mais.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

VOCÊ ESTÁ PRONTO PARA EMPREENDER?


Com o início do anos muitos planos passam por nossas mentes, porém apenas alguns segue e tornam-se realidade e alguns viram pesadelo.

Antes de abandonar o emprego, descubra quais são as suas reais motivações. Se você quer virar empreendedor só para trabalhar menos e ter menos pressão no dia a dia, esqueça!

“Sendo dono do próprio negócio, a pessoa vai trabalhar muito mais do que antes. Toda a responsabilidade financeira e de gestão dos negócios e de pessoas fica nas mãos do empreendedor. E, na verdade, você ganha vários chefes – os seus clientes”.

Portanto, não se engane. Faça uma autoanálise para saber se você está preparado para enfrentar toda essa maratona.

Um erro comum dos empreendedores de primeira viagem é seguir apenas o impulso e deixar o planejamento de lado, faça um PLANO DE NEGÓCIO

Antes de pedir as contas, que tal fazer um plano de negócio para entender se sua ideia de empresa é realmente viável?

Esse documento inclui um estudo do mercado e da concorrência, análise da viabilidade econômica do produto ou serviço, logística, custos operacionais e outros investimentos necessários para o projeto decolar.

“As pessoas se esquecem de fazer a conta do capital de giro para se manter durante um ano”. “Todo negócio tem um tempo de maturação. Por isso, segure a ansiedade e faça um planejamento de médio a longo prazo”, acrescenta.

Ao elaborar o planejamento, aproveite ainda para estabelecer prazos e metas. Com tudo na ponta do lápis, você se sentirá mais tranquilo para dar esse salto sem medo de ser feliz.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

COMO MONTAR UM NEGÓCIO, ESCRITÓRIO OU CONSULTÓRIO?





Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas apontou que 80% dos universitários brasileiros pretendem abrir o próprio negócio em até 10 anos após se formarem, mas nem todos conseguem.

O grande problema é a falta de educação empreendedora, falta de preparo para administrar, afinal dinheiro e oportunidade não caem do céu tem planejar, organizar e ter foco para transformar o sonho em realidade.

Alguns até recebem apoio da família para empreender, mas não deixar que o sonho transforme-se em pesadelo não tem sido tarefa fácil.
O primeiro passo é escolher o negócio de acordo com seu perfil e com suas habilidades.
Depois estude o mercado e as características de sua escolha.
Realize um plano de negócio.
Faça cursos de gestão.
Foque